Os primeiros teste não empolgam, o 2.0 era mais robusto e valente, apesar deste novo motor ser mais econômico, exige trocas de marchas mais freqüentes do câmbio automático para não perder potência, principalmente carregado e em subidas mais constantes.
A dirigibilidade é muito boa, beneficiada pelos três modos de direção que ele tem. Os itens de série são atraentes, ambas as versões oferecem itens como ar-condicionado, direção com assistência elétrica e três modos de dirigibilidade (que altera as respostas da direção para uma condução mais confortável ou esportiva), airbags (frontais, laterais e do tipo cortina), coluna de direção com ajuste e
altura e profundidade, piloto automático, computador de bordo, sensor de estacionamento, câmera de ré, freios ABS com EBD, alarme antifurto, sensor de chuva, sistema multimídia com tela de sete polegadas sensível ao toque, GPS, rádio CD Player com MP3 e DVD, Bluetooth, volante multifuncional e faróis de neblina.
Quem optar por comprar a versão topo-de-linha levará também ar-condicionado digital, teto solar elétrico, revestimento interno em couro, freio de estacionamento eletrônico, bando do motorista com ajustes elétricos, faróis de xenônio com lavadores, sensor crepuscular (acende os faróis em locais sem iluminação), partida do motor sem chave, grade dianteira com detalhes cromados, imobilizador e controles de estabilidade (ESP) e de tração (TCS).
Apesar da modernidade e nível de equipamentos de carros de luxo, não vale R$ 85 mil.















